Onze pessoas, doze anos, uma certa obstinação pelo bem-feito.
A Cronovetor foi fundada em 2014 por dois engenheiros que estavam cansados de entregar sistemas que precisavam ser reescritos em três anos. O estúdio existe para fazer diferente.
Começou como uma conversa entre dois engenheiros descontentes
Daniel Vasconcellos e Renata Hochmann se conheceram trabalhando numa fintech que crescia rápido demais. Em três anos, viram o mesmo sistema ser reescrito duas vezes — não porque o negócio mudou, mas porque o código original havia sido construído sem método.
Em 2014 abriram a Cronovetor com uma premissa: a engenharia de software é um ofício antes de ser um negócio. Sistemas se constroem com a mesma paciência com que se constrói uma casa de alvenaria — fundação primeiro, acabamentos depois, e nunca o inverso.
Doze anos depois, somos um estúdio de onze pessoas. Recusamos cerca de três projetos para cada um que aceitamos. Não por escassez de demanda — por escolha de manter o ritmo que defendemos.
Sistemas não são entregues. São cultivados. Quando o trabalho acaba, ele continua existindo — e essa continuidade é responsabilidade de quem o construiu.
As onze pessoas do estúdio
Engenheiros, arquitetas e uma pessoa dedicada à operação. Sem hierarquia inflada — o cliente conversa com quem está escrevendo o código.
Daniel Vasconcellos
Sócio · Arquitetura
Doze anos em sistemas distribuídos. Antes da Cronovetor, era engenheiro principal numa fintech de pagamentos. Sustenta o vício pela linguagem Elixir desde 2017.
Renata Hochmann
Sócia · Backend e dados
Mestre em engenharia de software pela USP. Conduz os projetos que envolvem migração de dados, sistemas legados e integrações com bancos.
Lucas Mendonça
Engenheiro principal · Frontend
Cuida das interfaces complexas — painéis de operação, ferramentas internas, sistemas onde dois cliques a mais custam horas no fim do mês.
Ana Tavares
Arquiteta · Infraestrutura
Responsável pelas decisões de plataforma. Foi SRE numa operadora de logística antes de migrar para o estúdio em 2019.
Pedro Guimarães
Engenheiro · Backend
Trabalha com sistemas de evento e filas. Apresenta com regularidade no encontro mensal de Erlang/Elixir de São Paulo.
Camila Bertoluci
Engenheira · QA e validação
Conduz as etapas de teste e validação. Antes era engenheira de qualidade numa empresa de telecomunicações em Curitiba.
João Nogueira
Engenheiro · Dados
Especialista em PostgreSQL e modelagem dimensional. Lidera os projetos que envolvem análise e relatórios consolidados.
Mariana Saldanha
Designer · Interfaces
Desenha as interfaces que precisam de mais clareza do que estética. Vinda do design editorial, ainda escreve em jornais de tecnologia.
Rodrigo Caldeira
Operações · Estúdio
Cuida do que não é código: contratos, logística de projeto, conversas iniciais com clientes. Faz com que os engenheiros possam só engenheirar.
Três compromissos que assumimos com cada cliente
Primeiro, transparência total na engenharia. O cliente vê o código desde o primeiro dia, participa das revisões de arquitetura, recebe os mesmos relatórios técnicos que o time interno do estúdio. Não vendemos opacidade.
Segundo, prazos defensáveis. Quando dizemos "três meses", há um plano que sustenta esses três meses. Quando há risco de extrapolar, o cliente é avisado na primeira semana em que o risco aparece, não no último mês.
Terceiro, recusa do que não devemos fazer. Há projetos que rejeitamos porque sabemos que outro estúdio faria melhor — e dizemos isso na conversa inicial. Há tecnologias que recomendamos não usar mesmo quando o cliente quer. A discordância é parte do trabalho.
Trabalhamos poucos projetos por vez — por escolha
O estúdio mantém entre quatro e seis projetos ativos em qualquer momento. É a quantidade que conseguimos atender sem comprometer a profundidade do envolvimento. Quando a fila se enche, novos clientes esperam ou são encaminhados a estúdios parceiros.
Os contratos têm duração mínima de três meses. Não fazemos consultoria por hora avulsa, não fazemos protótipo descartável. Os projetos são compromissos de médio prazo — para nós e para quem nos contrata.
Atendemos majoritariamente empresas com sede no Brasil e em Portugal. A maioria conversa em português; reuniões são gravadas e disponibilizadas; documentação técnica fica em português, exceto quando o cliente prefere inglês.