Plataforma de roteirização para uma transportadora regional do Sul
Substituiu uma planilha de quase mil linhas e três sistemas auxiliares. Reduziu o ciclo de despacho de 4 horas para 35 minutos no pico.
Plataformas, sistemas internos e produtos digitais construídos com método. Para empresas que tratam software como ofício, e não como entrega rápida.
Software bem construído resiste ao tempo. Defendemos a engenharia paciente — a que documenta, testa, mede e revisa antes de seguir adiante.
Trabalhamos em ciclos definidos, com entregas tangíveis em cada etapa. Nenhum cliente precisa adivinhar o que está sendo feito ou quando terminará.
Quatro a seis sessões com pessoas que usam o sistema atual ou que vão usá-lo. Mapeamos restrições, processos manuais que viraram norma e o que realmente trava o trabalho. Saímos com um documento legível, não um deck de slides.
Antes de qualquer linha de código de produção, desenhamos as fronteiras: serviços, integrações, modelo de dados, decisões de infraestrutura. Cada escolha é registrada com sua justificativa, para que três anos depois alguém ainda saiba por que foi feita.
Ciclos de duas semanas com revisão sempre na sexta-feira. Código revisado em par antes de entrar em produção. Cobertura de testes nos pontos críticos, não em todo lugar — disciplina, não dogma.
Testes de integração e cargas reais antes da entrada em produção. Auditoria de segurança feita por engenheiro externo ao projeto. Plano de recuperação documentado e treinado com o time interno.
Implantação gradual, com rollback testado. Acompanhamento das primeiras seis semanas em regime intensivo: telemetria revisada diariamente, ajustes finos antes que virem dívida.
Optamos por permanecer envolvidos depois do lançamento, em escala reduzida. Atualizações de dependências, ajustes de capacidade, evolução do produto conforme o uso real revela o que importa.
Uma amostra dos projetos que tornamos públicos. Os clientes nominais aparecem com permissão; os demais permanecem como descrições técnicas.
Substituiu uma planilha de quase mil linhas e três sistemas auxiliares. Reduziu o ciclo de despacho de 4 horas para 35 minutos no pico.
Migração de quatro sistemas legados para uma base única, com retenção dos dados históricos e auditoria conforme exigências da LGPD.
Reescrita do motor de conciliação e arquitetura de eventos. O sistema atende quatro mil transações por minuto em horário de pico.
Coleta de telemetria em 38 estações de trabalho, painéis em tempo real para os encarregados e relatórios mensais consolidados para a diretoria.
Há decisões que tomamos antes de cada projeto começar. Estão escritas, não negociadas em reunião.
Outros engenheiros vão ler o que escrevemos. Frequentemente serão pessoas do time interno do cliente, três anos depois. Escrevemos para essa pessoa.
A documentação vive ao lado do código que descreve. Quando o código muda, a documentação muda no mesmo commit. Wikis externas envelhecem rápido demais.
Toda escolha arquitetural relevante vira um ADR — Architecture Decision Record. O contexto, as alternativas consideradas e a razão da escolha ficam disponíveis para consulta.
Não entregamos uma feature nova sem antes saber como mediremos seu impacto. Se não dá para medir, não dá para defender.
O time do cliente acompanha as decisões desde o primeiro dia. Ao final do projeto, o conhecimento já está com eles — não num documento de hand-off feito às pressas.
Tecnologia nova exige razão forte. Preferimos PostgreSQL e bibliotecas com dez anos de uso a frameworks lançados na semana passada — a menos que o caso justifique.