Estúdio de engenharia · Fundado em 2014 · São Paulo

Plataformas, sistemas internos e produtos digitais construídos com método. Para empresas que tratam software como ofício, e não como entrega rápida.

Cronovetor©

Engenharia digital
Desde MMXIV
Editorial 04 · MMXXVI
São Paulo — Lisboa

Software bem construído resiste ao tempo. Defendemos a engenharia paciente — a que documenta, testa, mede e revisa antes de seguir adiante.

— Manifesto do estúdio, capítulo I
O método · Seis etapas

Como um projeto se desdobra conosco

Trabalhamos em ciclos definidos, com entregas tangíveis em cada etapa. Nenhum cliente precisa adivinhar o que está sendo feito ou quando terminará.

  1. I.

    Descoberta e diagnóstico

    Quatro a seis sessões com pessoas que usam o sistema atual ou que vão usá-lo. Mapeamos restrições, processos manuais que viraram norma e o que realmente trava o trabalho. Saímos com um documento legível, não um deck de slides.

    Entrega · Diagnóstico técnico e de processo · 2 a 3 semanas
  2. II.

    Arquitetura

    Antes de qualquer linha de código de produção, desenhamos as fronteiras: serviços, integrações, modelo de dados, decisões de infraestrutura. Cada escolha é registrada com sua justificativa, para que três anos depois alguém ainda saiba por que foi feita.

    Entrega · Documento de arquitetura e ADRs · 2 semanas
  3. III.

    Construção

    Ciclos de duas semanas com revisão sempre na sexta-feira. Código revisado em par antes de entrar em produção. Cobertura de testes nos pontos críticos, não em todo lugar — disciplina, não dogma.

    Entrega · Releases quinzenais · 3 a 9 meses
  4. IV.

    Validação

    Testes de integração e cargas reais antes da entrada em produção. Auditoria de segurança feita por engenheiro externo ao projeto. Plano de recuperação documentado e treinado com o time interno.

    Entrega · Relatório de validação assinado · 2 semanas
  5. V.

    Lançamento

    Implantação gradual, com rollback testado. Acompanhamento das primeiras seis semanas em regime intensivo: telemetria revisada diariamente, ajustes finos antes que virem dívida.

    Entrega · Sistema em produção, métricas estáveis · 6 semanas
  6. VI.

    Continuidade

    Optamos por permanecer envolvidos depois do lançamento, em escala reduzida. Atualizações de dependências, ajustes de capacidade, evolução do produto conforme o uso real revela o que importa.

    Entrega · Suporte contínuo opcional · 12 meses ou mais
Trabalhos selecionados

Sistemas que continuam de pé

Uma amostra dos projetos que tornamos públicos. Os clientes nominais aparecem com permissão; os demais permanecem como descrições técnicas.

Placa de circuito vista de perto, simbolizando arquitetura de sistemas
Logística · 202509 meses

Plataforma de roteirização para uma transportadora regional do Sul

Substituiu uma planilha de quase mil linhas e três sistemas auxiliares. Reduziu o ciclo de despacho de 4 horas para 35 minutos no pico.

Tela com código e interface técnica
Saúde · 202414 meses

Prontuário integrado para rede de clínicas em São Paulo

Migração de quatro sistemas legados para uma base única, com retenção dos dados históricos e auditoria conforme exigências da LGPD.

Detalhe de sala de servidores com luzes indicadoras
Financeiro · 202411 meses

Núcleo de processamento de pagamentos para uma fintech B2B

Reescrita do motor de conciliação e arquitetura de eventos. O sistema atende quatro mil transações por minuto em horário de pico.

Ambiente de trabalho com monitores e diagramas de arquitetura
Indústria · 202318 meses

Sistema de chão de fábrica para uma indústria metalúrgica em Joinville

Coleta de telemetria em 38 estações de trabalho, painéis em tempo real para os encarregados e relatórios mensais consolidados para a diretoria.

2014
Ano de fundação do estúdio em São Paulo
62
Projetos concluídos para empresas brasileiras e portuguesas
11
Engenheiros e arquitetas em regime permanente
94%
Dos clientes que retornam para um segundo projeto
Princípios do estúdio

O que defendemos, em ordem de prioridade

Há decisões que tomamos antes de cada projeto começar. Estão escritas, não negociadas em reunião.

I —

Código legível antes de código curto

Outros engenheiros vão ler o que escrevemos. Frequentemente serão pessoas do time interno do cliente, três anos depois. Escrevemos para essa pessoa.

II —

Documentação no repositório, não em wiki

A documentação vive ao lado do código que descreve. Quando o código muda, a documentação muda no mesmo commit. Wikis externas envelhecem rápido demais.

III —

Decisões registradas com justificativa

Toda escolha arquitetural relevante vira um ADR — Architecture Decision Record. O contexto, as alternativas consideradas e a razão da escolha ficam disponíveis para consulta.

IV —

Telemetria antes de funcionalidade

Não entregamos uma feature nova sem antes saber como mediremos seu impacto. Se não dá para medir, não dá para defender.

V —

Transferência de conhecimento contínua

O time do cliente acompanha as decisões desde o primeiro dia. Ao final do projeto, o conhecimento já está com eles — não num documento de hand-off feito às pressas.

VI —

Conservadorismo na infraestrutura

Tecnologia nova exige razão forte. Preferimos PostgreSQL e bibliotecas com dez anos de uso a frameworks lançados na semana passada — a menos que o caso justifique.

✦ ❋ ✦

Tem um sistema que precisa nascer — ou um que precisa ser refeito antes de quebrar?

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