Seis disciplinas técnicas, conduzidas com a mesma exigência.
Não cobrimos tudo — preferimos profundidade. Cada disciplina abaixo é praticada por engenheiros que dedicaram anos àquele tema específico.
O que o estúdio faz, em detalhe
Arquitetura de sistemas
Para empresas que sabem o problema mas ainda não sabem a forma do sistema. Desenhamos a estrutura — fronteiras de serviço, modelo de dados, integrações, decisões de plataforma — antes que qualquer código de produção seja escrito. Entregamos um documento legível por quem não é engenheiro e útil para quem é.
Plataformas internas
Sistemas que rodam por trás dos panos: ferramentas de operação, painéis de controle, automação de processos. Construímos as plataformas que sustentam o trabalho do time interno do cliente — onde dois cliques a mais por dia, multiplicados por cinquenta pessoas e duzentos dias, viram horas perdidas.
Migração de sistemas legados
Quando um sistema antigo já não se sustenta, mas conter o conhecimento acumulado em quinze anos de regras de negócio. Conduzimos a migração em fases, sem interromper a operação, preservando o histórico de dados e documentando as decisões antes que se percam.
Engenharia de dados
Pipelines, modelagem dimensional e bases analíticas para empresas que precisam de relatórios consolidados confiáveis. Trabalhamos com PostgreSQL, BigQuery, Snowflake e ClickHouse — a escolha depende do volume e dos requisitos de latência, não da moda da semana.
Integrações críticas
Conexões entre sistemas onde uma transação perdida custa dinheiro ou compromete uma operação. Construímos a camada de integração com filas, idempotência, retry com backoff, telemetria detalhada e plano de recuperação documentado. Não é o tipo de trabalho que faz manchete — é o tipo que evita manchete.
Continuidade e manutenção
Para sistemas que já existem e precisam continuar existindo bem. Revisão periódica de dependências, ajustes de capacidade, evolução conforme o uso real revela o que importa. Operamos em regime reduzido — dois a quatro engenheiros — com cadência mensal definida no contrato.
Não fazemos tudo. Fazemos o que sabemos fazer bem — e indicamos outros estúdios para o que não sabemos. Isso é parte do contrato.
Três maneiras de trabalhar conosco
Adaptamos o formato à fase do problema. Há projetos que pedem um estúdio inteiro por seis meses; outros pedem um par de engenheiros por dois anos.
Projeto completo
Para sistemas inteiros, do diagnóstico ao lançamento. Equipe de quatro a sete pessoas, duração de seis a dezoito meses. Contrato com escopo definido em fases, pagamento por marco entregue.
Quando faz sentido — empresa precisa de um sistema novo ou de uma reescrita completa, e quer um único interlocutor responsável pelo conjunto.
Engajamento parcial
Para empresas que já têm um time interno e precisam reforço em uma frente específica. Alocamos um a três engenheiros que se integram ao processo existente, com cadência semanal de revisão.
Quando faz sentido — o time interno cuida bem do produto, mas há um problema técnico delimitado que pede experiência específica.
Diagnóstico técnico
Avaliação independente de um sistema em uso. Quatro a seis semanas de trabalho, com acesso ao código e a entrevistas com o time. Entregamos um relatório com riscos, oportunidades e um plano priorizado.
Quando faz sentido — antes de uma decisão importante: investimento em refatoração, mudança de arquitetura, aquisição ou substituição de fornecedor.
Sobre orçamento
Os orçamentos partem de um projeto-tipo de R$ 280 mil para um diagnóstico completo. Engajamentos plenos costumam ficar entre R$ 1,2 milhão e R$ 4,5 milhões, conforme escopo e duração. Conversamos sobre números na segunda reunião, depois de entender o problema.
Antes de a conversa começar
As dúvidas mais frequentes na primeira reunião. Algumas respostas estão aqui — economiza tempo para todos.
Em quanto tempo vocês começam um projeto novo?
Conforme a fila do estúdio, o início costuma ocorrer entre quatro e dez semanas após a assinatura. Quando há urgência justificada, podemos antecipar mediante remanejamento — mas avisamos com transparência se a fila estiver longa.
Vocês trabalham com tecnologias específicas?
Trabalhamos majoritariamente com Elixir, TypeScript, PostgreSQL e Python — porque conhecemos a fundo. Para projetos que pedem outras escolhas, avaliamos caso a caso. Recusamos quando a escolha exigida está fora do que conseguimos sustentar com qualidade.
O código fica com o cliente?
Sempre. O repositório é do cliente desde o primeiro commit; o estúdio é colaborador externo. Nenhum projeto fica em infraestrutura nossa — é entregue na conta de nuvem do cliente.
Como funciona o regime de continuidade depois do lançamento?
Após a entrada em produção, oferecemos um contrato opcional de continuidade — dois a quatro engenheiros, cadência mensal, com SLA definido. Não é obrigatório. Muitos clientes assumem a continuidade com o time interno; oferecemos suporte de transição quando esse é o caminho.
Vocês atendem empresas fora do Brasil?
Sim. Cerca de um terço da nossa carteira é portuguesa ou de empresas brasileiras com operações em Portugal. Faturamos via filial em Lisboa para projetos europeus. Reuniões em português; documentação técnica em português ou inglês, conforme preferência do cliente.
Como vocês lidam com conformidade — LGPD, auditoria?
Em projetos que envolvem dados pessoais, o desenho do sistema considera a LGPD desde o diagnóstico. Mantemos registro de tratamento, mapeamento de bases legais e plano de resposta a incidentes — tudo entregue ao cliente como parte da documentação técnica.
Por que o estúdio recusa projetos?
Recusamos quando percebemos que outro estúdio faria melhor — porque o domínio é distante do nosso, ou porque a tecnologia exigida não é a que dominamos. Recusamos também quando a expectativa de prazo é incompatível com a qualidade que conseguimos sustentar. Preferimos perder o projeto a entregar mal.